quinta-feira, 26 de março de 2015

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O presente livro, mesmo sendo considerado apenas “introdutório” pelo autor, é de certo modo um “Tratado” de Teologia Dogmática, mais especificamente Cristologia, Eclesiologia, Sacramentos e Símbolo da Fé. O texto favorece uma leitura agradável, de fácil compreensão, bastante didático por adotar uma linguagem acessível, sem perder a cientificidade por meio de uma bibliografia riquíssima e atualizada. Trata-se de um “Manual” de consulta, bastante completo, claro e coerente no que se propôs a ser. As referências bíblicas são abundantes, afirmando a Sagrada Escritura como fonte primeira de toda produção.

Este livro procura explicar o que são, como surgiram e qual o significado e a finalidade dos Dogmas da Igreja Católica, mostrando a sua centralidade na Palavra de Deus.

Com Imprimatur da Diocese de Bauru/SP.

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terça-feira, 10 de março de 2015

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, o Primaz do Brasil, afirmou que as propostas da Reforma Política, encabeçada pela CNBB, não tiveram a participação de todos os bispos. "Preferiria uma proposta nossa e, quem concordasse com elas, participasse de nossa campanha", disse.
Acompanhe a entrevista abaixo:

Brasília, (Zenit.org) Thácio Siqueira

ZENIT: Ultimamente, referindo-se ao tema da Reforma Política e da Campanha da Fraternidade no Brasil, o senhor tem falado que não é papel da Igreja ocupar o lugar do Estado. Por que essa é a sua opinião?
Dom Murilo: A Constituição de nosso país reconhece ser dever do Estado cuidar da saúde, da educação, da escola etc. Nesse campo, atualmente a Igreja tem um papel supletivo - isto é, deve atuar onde não há a presença do Estado ou onde tal presença não é suficiente. No passado, quando a organização social era muito limitada, a Igreja sentia ser seu dever abrir hospitais, creches, escolas etc. Hoje só tem sentido manter essas obras ou fundá-las se, com seus valores, a Igreja quiser "fazer a diferença" - isto é, apresentar uma maneira própria de curar, educar, formar etc. Essa "maneira própria" são as motivações evangélicas isto é, o desejo de mostrar como vemos o doente, o jovem a ser educado, o idoso abandonado, a partir do que nos ensinou Jesus. Se for para ter, por exemplo, um escola "como as outras", sem os valores do Evangelho, não valeria a pena tanto esforço, mesmo que se tratasse de uma escola de boa qualidade. Afinal, como bem insiste o Papa Francisco, a Igreja não é uma ONG, mas uma extensão da presença de Cristo no mundo.
ZENIT: A CNBB é uma entidade séria e necessária para a nossa Igreja, mas existe a possibilidade de que os seus colaboradores errem?
Dom Murilo: Onde há seres humanos há a possibilidade de erros. Minha longa experiência na CNBB tem me mostrado que se pode falar da presença do Espírito Santo naquelas iniciativas que foram rezadas, refletidas e debatidas por todos os bispos. Assim, num documento aprovado, não prevalece a ideia de um ou de outro; nossos documentos oficiais são a síntese do que os bispos pensam. Pode-se dizer, então, que aquele texto é o que o Espírito Santo está querendo falar às nossas Dioceses. Não digo o mesmo de iniciativas de pequenos grupos ou de comissões, onde facilmente pode prevalecer a ideia de uma pessoa ou de um grupo. Nesse caso, o que for apresentado não é um texto "da" CNBB, mas sim daquela comissão.
ZENIT: O que significa uma conferência episcopal encabeçar essa campanha de reforma política?
Dom Murilo: O Brasil enfrenta problemas sérios e graves. A Igreja não pode ignorá-los. Com o Evangelho nas mãos, deve dar uma orientação, apresentar critérios, ajudar na reflexão. De minha parte, nesta campanha de reforma política eu preferiria que a própria Igreja apresentasse suas propostas, fruto da reflexão de todos os Bispos, como foi feito por ocasião da Constituinte, em que a CNBB apresentou um texto riquíssimo: "Por uma nova ordem constitucional". Nesse documento, estava claro o que a Igreja no Brasil tinha como proposta para a Constituição que estava sendo preparada para ser posteriormente aprovada. Nem todas as nossas propostas foram aceitas; hoje, não poucas pessoas reconhecem que com isso quem perdeu foi o país. Desta vez, na campanha pela reforma política, a CNBB participa de um processo que engloba dezenas de grupos da sociedade civil. As propostas feitas são, pois, expressão do que esses grupos desejam, fruto da busca de consenso. Assim, algumas das propostas não correspondem ao que nós bispos defendemos ou, ao menos, o que muitos bispos pensam; nem algumas propostas que julgamos importantes estão ali. Repito, preferiria uma proposta nossa e, quem concordasse com elas, participasse de nossa campanha - como aconteceu por ocasião da Constituinte. Por sinal, a grande maioria das assinaturas que estão sendo colhidas são fruto do trabalho feito em nossas Dioceses e em nossas Paróquias - ao menos é o que acontece aqui na Bahia. Não creio que seja diferente nos outros estados do Brasil.
ZENIT: O projeto em questão, por exemplo, propõe o financiamento das campanhas com o dinheiro do povo, esse mesmo dinheiro público que mal dá para nos garantir saúde, educação e segurança, além de entrar no mérito das discussões de "gênero" e do voto de "lista fechada", tudo de acordo com a vontade do partido atualmente no poder. Por que um assunto tão opinável, e em pontos, até mesmo contrário à filosofia cristã, está sendo proposto como algo bom e que deve ser abraçado pelos católicos do Brasil?
Dom Murilo: Em parte, penso já ter respondido a essa pergunta. Ao aceitar participar de uma iniciativa que engloba dezenas de entidades, deu no que deu. Insisto: tais propostas não tiveram a participação de todos os Bispos; são fruto, sim, de uma reflexão que envolveu principalmente algumas comissões episcopais.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Em 1830 inicia-se um ciclo de aparições de Nossa Senhora, todas reconhecidas pela Igreja, em que Ela alerta para os perigos do materialismo ateu (marxismo, comunismo, socialismo, espiritismo) e suas consequências. Profetiza severos castigos caso não houvesse conversão.
O mundo não se converteu, e os castigos chegaram ao Brasil.
Relato aqui somente algumas mais conhecidas e por último a desconhecida aparição, reconhecida pela Igreja, no Brasil.

1830 - Aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré - França

Era o advento do marxismo. Karl Marx começa a pregar suas teorias.
Nossa Senhora apareceu, como Senhora das Graças, deplorando os pecados do mundo e profetizando  castigos devidos aos pecados. Pede penitência, oração e a conversão dos pecadores.
"Várias desgraças vão cair sobre a França. O trono será derrubado. O mundo inteiro será revolto por desgraças de toda sorte."
Alerta também para grandes abusos e grande relaxamento nas comunidades de sacerdotes e freiras.

1846 - La Salette - França

"Todos os governantes civis terão um mesmo plano, que será o de abolir e fazer desaparecer todo princípio religioso para dar lugar ao materialismo, ao ateísmo, ao espiritismo e toda espécie de vício."

1858 - Lourdes - França

"Reza pelos pecadores, pelo mundo tão revolto. Reze a Deus pelos pecadores. Penitência! Penitência! Penitência! Beije a terra em penitência pela conversão dos pecadores", diz Nossa Senhora a Santa Bernadete Soubirous.
 Se o mundo não se convertesse haveriam grandes castigos e guerras.

1917 - Fátima - Portugal

"Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz no mundo e o fim da guerra. Se atenderem os meus pedidos, a Rússia converter-se-á e terão paz. Se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados. O Santo Padre terá muito que sofrer. Várias nações serão aniquiladas. Por fim, meu Imaculado Coração triunfará."
O comunismo foi a "religião" que mais matou em toda a história da humanidade, isso só no século XX. Calcula-se em 100 milhões o número de mortos pelas revoluções comunistas.
O mundo se converteu? Não. Houve mais uma guerra mundial, por causa dos erros da Rússia. Houve uma "Guerra Fria" que deu uma aparente derrota ao comunismo. Aparente. Ficou mais forte que nunca, pois se infiltrou sorrateiramente na mentalidade das pessoas, por meio da cultura, da educação, da propaganda. Hoje, as ideologias marxistas estão em todos os países do globo (lembrando que não se trata somente de economia ou conceito de Estado, mas uma ideologia).

1936 - Pesqueira, Pernambuco - Brasil

Uma aparição muito pouco falada e estudada. Contudo, desde a época até agora, é um local de culto e peregrinação e nunca houve nenhuma proibição eclesiástica, pelo contrário.
A vidente, Irmã Adélia, morreu em 13 de outubro de 2013 (dia da última aparição de Fátima!). http://www.arquidioceseolindarecife.org/2013/10/morre-irma-adelia-religiosa-que-presenciou-a-aparicao-de-nossa-senhora-em-cimbres/
Um padre acompanhou a menina, e fazia perguntas-teste, que a menina não teria condições de responder: perguntas teológicas, em latim e alemão, que a menina repassava a resposta de Nossa Senhora.
"Sou a Mãe da Graça e venho avisar o povo que aproximam três grandes castigos".
Nossa Senhora tinha sangue nas mãos. O sacerdote perguntava em alemão e latim, e a menina, que só sabia o português, repassava o que Nossa Senhora respondia.
O sacerdote perguntou o seguinte:
      - Que é necessário fazer para desviar os castigos? – “Penitência e oração”.
      - Qual a invocação desta aparição? – “Das Graças”.
      - Que significa o sangue que corre das vossas mãos? – “O sangue que inundará o Brasil”.
      - Virá o comunismo a penetrar no Brasil? – “ Sim”.
      - Em todo o País? – “Sim”.
      - Os padres e os bispos sofrerão muito? – “Sim”.
      - Será como na Espanha? – “Quase”.
     - Quais as devoções que se devem praticar para afastar esses males?  - “Ao coração de Jesus e a mim”.
      - Esta aparição é a repetição de La Salette? – “Sim”.

Enfim, para que o leitor não pense que "estou querendo dizer alguma coisa", pesquise por si mesmo e olhe em volta. O Brasil está em colapso, e a "luta de classes" está a todo o vapor. Exércitos de todas as ideologias e pessoas de bem estão prontos para uma guerra.
Penitência e oração”.

Referências:

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