sexta-feira, 26 de julho de 2013

Livreto com o ordinário (partes fixas) da Missa Romana na forma extraordinária (Missa tridentina), conforme o Missal de 1962, do Papa Beato João XXIII.
Com comentários para as rubricas, latim acentuado e tradução portuguesa.
Texto em duas colunas: português/latim.
Ideal para o fiel acompanhar a Missa, com indicações e instruções entre o texto dos ritos.
Formato: 20,6 x 15,5cm, capa plastificada. 40 páginas.

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página interna

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Confira a Apresentação:




A Santa Missa é o mesmo Sacrifício do Calvário, pois Jesus Cristo, que lá Se ofereceu na Cruz, oferece-Se novamente pelas mãos dos sacerdotes, mas sem sofrimento. Em virtude das palavras da consagração, o Corpo de nosso Salvador se torna presente debaixo das espécies de pão, e debaixo das espécies de vinho, o seu Sangue, o que bem representa a Morte Mística de Nosso Senhor. Entretanto, está presente, debaixo de cada uma das espécies, Jesus Cristo todo inteiro, vivo e verdadeiro, ou seja, seu Corpo Sangue, Alma e Divindade.
Oferece-se a Deus o Sacrifício da Missa para quatro fins:
1º. Latrêutico: para honrá-Lo como convém;
2º. Eucarístico: para dar-Lhe graças pelos seus benefícios;
3º. Propiciatório: para aplacá-Lo, dar-Lhe a devida satisfação pelos nossos pecados, para sufragar as almas do Purgatório;
4º. Impetratório: para alcançar todas as graças que nos são necessárias.
Ao longo de toda a história da Igreja, o Sacrifício da Missa foi oferecido segundo inúmeros ritos, basicamente divididos entre tradições litúrgicas Latinas ou ocidentais (romano, ambrosiano...) e orientais (bizantino, maronita, armênia...). No Ocidente, sobressaiu o Rito Romano, pois era a liturgia dos papas, difundida por toda a Europa desde os primeiros séculos da Igreja.
Principalmente por causa dos erros protestantes, no século XVI, houve necessidade de afirmar e assegurar a unidade da fé e da liturgia católica através do Concílio de Trento (1545-1565), que consolidou o processo de uniformização dos ritos. Coube ao Papa S. Pio V, em 1570, publicar um novo missal, que passaria a ser observado em toda a Igreja Latina. Assim, o Rito Romano passou a ser conhecida como “Missa Tridentina”, por causa de Trento.
Com o passar dos séculos, outros Papas foram revisando o Missal, até João XXIII dar-lhe a forma atual. Em 1969, Paulo VI promulgou a reforma do Missal Romano, com um Novo Rito da Missa, utilizado na maioria das Missas celebradas hoje.
Ainda que não tenha sido ab-rogada a Missa Tridentina, sua celebração se tornou rara. Em 2007, Bento XVI publicou o motu proprio Summorum Pontificum, esclarecendo haver “duas expressões do único Rito Romano”: a Missa segundo a reforma de Paulo VI passou a ser conhecida como Forma Ordinária; a Tridentina, segundo o Missal revisto por João XXIII, como a Forma Extraordinária. Bento XVI também liberou a celebração desta forma de Missa sem necessidade de especial autorização episcopal. O aumento de Missas celebradas na Forma Extraordinária do Rito Romano no mundo inteiro foi imediato à publicação do motu proprio.
No intuito de favorecer a participação dos fiéis oferecemos este livreto com o ordinário da Missa (partes fixas) na forma extraordinária do rito romano. O texto em latim oficial foi acentuado na maioria das palavras para facilitar a pronúncia e ladeado pela tradução em português. Os comentários em vermelho chamam a atenção para algum aspecto ou significado dos ritos, bem como para as posições corporais que se devem observar, segundo o costume mais geral.

X Ad maiorem Dei gloriam X

sábado, 6 de julho de 2013

Lumen Fidei - A luz da fé, assim se intitula a primeira Encíclica do Papa Francisco que hoje foi apresentada em conferência de imprensa, no Vaticano. Dirigida aos bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas e a todos os fiéis leigos, a Encíclica – explica o Papa Francisco - já estava "quase completada" por Bento XVI. Àquela "primeira versão" o actual Pontífice acrescentou "ulteriores contribuições ". A finalidade do documento é recuperar o carácter de luz que é específico da fé, capaz de iluminar toda a existência humana.

Leia o texto completo

Quem acredita nunca está sozinho, porque a fé é um bem comum que ajuda a edificar as nossas sociedades, dando esperança. E’ este é o coração da Lumen fidei. Numa época como a nossa, a moderna - escreve o Papa - em que o acreditar se opõe ao pesquisar e a fé é vista como um salto no vazio que impede a liberdade do homem, é importante ter fé e confiar, com humildade e coragem, ao amor misericordioso de Deus, que endireita as distorções da nossa história.
Testemunha fiável da fé é Jesus, através do qual Deus actua realmente na história. Como na vida de cada dia confiamos no arquitecto, o farmacêutico, o advogado, que conhecem as coisas melhor que nós, assim também para a fé confiamos em Jesus, um especialista nas coisas de Deus. A fé sem a verdade não salva, diz em seguida o Papa – fica a ser apenas um bonito conto de fadas, sobretudo hoje em que se vive uma crise de verdade, porque se acredita apenas na tecnologia ou nas verdades do indivíduo, porque se teme o fanatismo e se prefere o relativismo. Pelo contrário, a fé não é intransigente, o crente não é arrogante: a verdade que vem do amor de Deus não se impõe pela violência, não esmaga o indivíduo e torna possível o diálogo entre fé e razão.Se torna, portanto, essencial a evangelização: a luz de Jesus brilha no rosto dos cristãos e se transmite de geração em geração, através das testemunhas da fé. Mas de uma maneira especial, a fé se transmite através dos Sacramentos, como o Baptismo e a Eucaristia, e através da confissão de fé do Credo e a Oração do Pai Nosso, que envolvem o crente nas verdades que confessa e o fazem ver com os olhos de Cristo. A fé é uma, sublinha o Papa, e a unidade da fé é a unidade da Igreja.
Também é forte a ligação entre acreditar e construir o bem comum: a fé torna fortes os laços entre os homens e se coloca ao serviço da justiça, do direito e da paz. Essa não nos afasta do mundo, muito pelo contrário: se a tirarmos das nossas cidades, ficamos unidos apenas por medo ou por interesse. A fé, pelo contrário, ilumina a família fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher; ilumina o mundo dos jovens que desejam “uma vida grande ", dá luz à natureza e nos ajuda a respeitá-la, para "encontrar modelos de desenvolvimento que não se baseiam apenas na "utilidade ou lucro, mas que consideram a criação como um dom". Mesmo o sofrimento e a morte recebem um sentido do facto de confiarmos em Deus, escreve ainda o Pontífice: ao homem que sofre o Senhor não dá um raciocínio que explica tudo, mas a sua presença que o acompanha.Finalmente, o Papa lança um apelo: "Não deixemos que nos roubem a esperança, não deixemos que ela seja frustrada com soluções e propostas imediatas que nos bloqueiam o caminho para Deus”.
(Rádio Vaticana)

segunda-feira, 1 de julho de 2013


A origem dos escapulários

Originariamente, escapulário era uma espécie de avental que caía na frente e atrás pelos ombros (Scapulae), usado sobre a roupa comum, sobretudo por criados ou funcionários de palácios, instituições etc. A cor, ou certos desenhos nele bordados, indicavam a quem serviam. Na regra de São Bento, datada do século VI, esta já fala de um «escapulário» para o uso durante o trabalho dos monges.
A imposição nas formas de profissão monástica, se deu gradualmente sendo hoje parte integrante de quase todos os hábitos religiosos. Tornou-se usual também para as Ordens Terceiras (leigos consagrados) portar sobre as vestes um escapulário de tamanho considerável, do mesmo tecido que o das ordens primeiras. Para muitos leigos que por motivos diversos não poderiam ingressar nas Ordens Terceiras foram fundadas as confrarias. Os confrades participavam dos bens espirituais das Ordens a que estavam ligados, mas não tinham votos. A confraria de Nossa Senhora do Carmo é a mais antiga (1280).
      Para essas confrarias, surgiu então uma miniatura do escapulário dos religiosos, seus confrades deveriam portá-lo continuamente.
     Finalmente, várias Ordens religiosas receberam da Igreja a faculdade de benzer pequenos escapulários e impô-los aos fiéis, independente de estarem os fiéis ligados ou não a confrarias.

O escapulário do Carmo

A Ordem do Carmo remonta, segundo antiga tradição, aos Profetas Elias, Eliseu e seus discípulos, estabelecidos no Monte Carmelo, na Palestina. De acordo com essa tradição, eles já veneravam Aquela que viria a ser Mãe do Redentor, simbolizada pela nuvenzinha que apareceu quando Elias pedia o fim da seca que assolava a Palestina (cfr. 1Reis 18, 41-45), e da qual caiu a chuva bendita que revivesceu a terra.
Esses eremitas, que viviam em pequenos eremitérios, ter-se-iam sucedido através das gerações até que, na Idade Média, quando os muçulmanos conquistaram a Terra Santa, tiveram que fugir para a Europa. Lá não foram muito bem recebidos pelas outras ordens mendicantes que já existiam. Por isso encontraram grandes dificuldades, passando até pelo risco de extinção.
Foi nessa ocasião que o carmelita inglês Simão Stock, homem penitente e de muita santidade, foi eleito Superior Geral. Angustiado com a situação em que se encontravam os carmelitas, começou a suplicar incessantemente a Nossa Senhora que protegesse sua Ordem.
Exatamente no dia 16 de Julho de 1251, quando o Santo rezava mais fervorosamente em seu convento de Cambridge (Inglaterra), apareceu-lhe a Mãe de Deus revestida do hábito carmelitano, portando o Menino Jesus e apresentando-lhe um escapulário.
"Recebe, caríssimo filho," disse Ela, "este Escapulário da tua Ordem, sinal de minha confraternidade, privilégio para ti e para todos os carmelitas. Todo aquele que morrer com ele revestido, não arderá nas chamas do Inferno. Ele é, pois, um sinal de salvação, uma segurança de paz e de eterna aliança". É a primeira Promessa, chamada "Grande Promessa".*
Quando se tornou pública essa prova de predileção da Santíssima Virgem em relação à Ordem Carmelita, esta começou a florescer.
No século seguinte, em 1314, a Mãe de Deus apareceu novamente, desta vez ao Papa João XXII, confirmando sua especial proteção aos que usassem o escapulário, e prometendo ainda que os livraria do purgatório no primeiro sábado após a morte. É a segunda Promessa, chamada "Privilégio Sabatino".
Isso levou Pontífices, Monarcas, religiosos de outras Ordens e pessoas de todas as condições a querer participar desse privilégio, recebendo o escapulário como um símbolo de devoção a Maria e de Sua salvaguarda contra os inimigos da alma e do corpo. Pio XII chegou a afirmar, em carta aos carmelitas em preparação para o sétimo centenário da entrega do Escapulário a São Simão Stock que, dentre as devoções exteriores à Mãe de Deus, "devemos colocar em primeiro lugar a devoção ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo que, pela sua simplicidade, ao alcance de todos, e pelos abundantes frutos de santificação, se encontra extensamente divulgada entre os féis cristãos".
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* Como todas as aparições, não são de fé obrigatória para o católico. Há quem tenha colocado em dúvida o teor das mensagens das aparições, como sendo textos posteriores. Isso é possível. Mesmo as aparições não precisam ser cridas. Porém, a devoção e seus efeitos foram aprovados pela Igreja por diversos papas, pois não há erro de doutrina e é muito útil para a salvação das almas.

 Privilégios concedidos

Podemos dividir os privilégios ligados ao escapulário do Carmo em duas partes:
1 - morte em estado de graça para aqueles que o tiverem trazido piedosamente durante a vida e com ele morrido (promessa a São Simão Stock);
2 - o chamado "Privilégio Sabatino". Nossa Senhora tiraria do Purgatório no primeiro sábado após a morte (promessa ao Papa João XXII):
a - os que tiverem trazido piedosamente o escapulário e com ele morrido;
b - tivessem guardado com esmero a castidade segundo seu estado;
c - tivessem rezado diariamente o Ofício Menor de Nossa Senhora ou as orações prescritas pelo sacerdote que impôs o escapulário; a prática que geralmente era imposta, era a recitação dos Sete Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória em louvor das Sete Alegrias de Nossa Senhora, mais jejuns prescritos. Note-se que o uso do Escapulário exige no mínimo a oração de três Ave-Marias em honra a Nossa Senhora do Carmo.

Indulgências:

Eis aqui as indulgências plenárias e parciais para os que vestirem o escapulário.
A).- Indulgências plenárias.-
1. O dia que se impõe o escapulário e o que é inscrito na terceira Ordem ou Confraria.
2. Nestas festas:
a) Virgem do Carmo (16 de Julho ou quando se celebre);
b) São Simão Stock (16 de maio);
c) Santo Elias Profeta (20 de Julho);
d) Santa Teresa de Jesus (15 de Outubro),
e) Santa Teresa do Menino Jesus (1 de outubro);
f) São João da Cruz (14 de Dezembro);
g) Todos os Santos Carmelitas (14 de Novembro).
B).- Indulgências Plenária no dia do Carmo.- O dia do Carmo, 16 de Julho, ou na data em que exatamente se celebre, tem concebida uma indulgência plenária.
C).- Indulgência parcial.- ganha-se a indulgência parcial por usar piedosamente o santo escapulário. Pode-se ganhar não só por beijá-lo, mas também por qualquer outro ato de efeito e devoção. E não só ao escapulário, mas também à medalha-escapulário.

Quais são as condições para se merecer esses privilégios?

É preciso receber o escapulário de um sacerdote que tenha autoridade para impô-lo e portá-lo piedosamente até a hora da morte. Até mesmo aos pecadores pode ser imposto! Ser-lhes-á um grande penhor de conversão.

Algumas observações práticas

O escapulário deve ser de tecido de pura lã, marrom. Não pode assim ser de feltro, algodão ou de tecidos sintéticos. O cordão, entretanto, pode ser de outro tecido e cor.
Somente o primeiro escapulário que se recebe deve ser bento por um sacerdote com poder para isso. Os outros, não. A pessoa mesmo pode fazê-lo e colocá-lo ao pescoço sem necessidade de mandar benzê-lo. Porém, ao contrário do que se dá com o escapulário de lã, no qual basta só o primeiro ser bento, cada medalha-escapulário que se troca precisa ser benta.
Ele deve ser usado ao pescoço de maneira que parte caia sobre o peito, e parte sobre as costas. "O Escapulário no bolso nada vale e não protege" afirmava Pio XII. Aqueles que tenham alergia a lã ou outro inconveniente para usar o escapulário, poderão usar uma medalha benta correspondente, mas após ter-lhe sido imposto o escapulário de lã (privilégio concedido pelo Papa São Pio X em dezembro de 1910). Mas, o mesmo Santo Pontífice recomendava a todos os fiéis a continuar usando o Escapulário de lã, como foi revelado por Nossa Senhora.

"Penhor e sinal de salvação"

O escapulário representa um grande tesouro, como afirmou o Papa Pio XII: "Não é coisa de pequena importância procurar-se a aquisição da vida eterna, segundo a tradicional promessa da Virgem Santíssima; trata-se, com efeito, da empresa mais importante e do modo mais seguro de a levar a cabo".
Santo Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja, não só o trazia consigo, como o louva em seus livros e o recomendava a todos como sinal de santidade e fortaleza. Dizia que, quando somos tentados, devemos apertar o santo escapulário com as mãos para que o demônio deixe de nos atormentar.
E o Beato Cláudio de la Colombière, confessor de Santa Margarida Maria Alacquoque, confidente do Sagrado Coração de Jesus, afirmava:
"Creio que às vantagens que se atribuem aos devotos de Maria, se podem acrescentar outras mais notáveis em favor dos confrades do Carmo, que são todos os que usam o escapulário. E prosseguia: "Não; não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu estou certo de que não há outro que faça nossa predestinação tão certa como este do Escapulário, e sob o qual nos devemos acolher com o maior zelo e "constância".
Este "sinal certo de salvação", passaporte seguro para o Céu, não pode prestar-se a abusos? Infelizmente sim, como todas as coisas neste nosso vale de lágrimas. Por isso o mesmo Papa Pio XII alertava:
"Não julgue quem o usar que pode conseguir a vida eterna abandonando-se à indolência e à preguiça espiritual".
Quantos casos houve de pessoas que, abusando dessa promessa, levavam uma vida depravada, gabando-se de que se salvariam porque usavam o escapulário, e que, no momento da morte o tiveram arrancado do pescoço por algum acidente ou por si próprios nos estertores da agonia!
Entretanto, se ele não é passaporte infalível para quem o usa indignamente e com presunção, pode servir de grande meio de conversão, movendo almas empedernidas ao arrependimento e ao amor de Deus. Conta-se de conversões obtidas na hora da morte unicamente ao impor-se ao moribundo o escapulário do Carmo.
Tenha-se sempre presente o tradicional ensinamento da Santa Igreja: o Escapulário não é um sinal de proteção mágica ou amuleto da sorte; não é garantia automática de salvação; nem dispensa de cumprir as exigências da vida cristã, evitar o pecado e observar os Mandamentos.

IMPOSIÇÃO DO ESCAPULÁRIO POR UM SACERDOTE

- Senhor Jesus Cristo, Salvador dos homens, † abençoai este hábito de Nossa Senhora de Carmo, que, como sinal de Consagração a Maria, vai ser imposto ao vosso servo, para que pela intercessão de Maria Santíssima, possa alcançar maior plenitude de graça.

(Asperge o Escapulário com água benta)

[IMPOSIÇÃO:] - Recebe este santo hábito para que, trazendo-o com devoção, te defenda do mal, e te conduza à vida eterna. - Amém.

(Coloca-o ao pescoço de cada pessoa)

- Participas desde este momento de todos os bens espirituais, de que gozam os religiosos do Carmo, em Nome do Pai † e do Filho e do Espírito Santo.

- Amém.
- O Senhor que se dignou admitir-te entre os confrades do Carmo, † te abençoe; e mediante este sinal de Consagração, te faça forte na luta desta vida, e te conduza à felicidade eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

- Amém.

(Asperge o Confrade com água benta)


Referências:

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