terça-feira, 31 de dezembro de 2013


"Salve, Mãe santa: destes à luz o Rei que governa o céu e a terra pelos séculos sem fim"(cf. Antífona da entrada).
Com esta antiga saudação, a Igreja dirige-se hoje, oito dias depois do Natal, a Maria Santíssima, invocando-a como Mãe de Deus.
O Filho eterno do Pai assumiu nela a nossa própria  carne e, através d'Ela, tornou-Se "filho de David e filho de Abraão" (Mt 1, 1). Portanto, Maria é a sua verdadeira Mãe:  Theotokos,  Mãe de Deus!
Se Jesus é a Vida, Maria é a Mãe da Vida. Se Jesus é a Esperança, Maria é a Mãe da Esperança. Se Jesus é a Paz, Maria é a Mãe da Paz, Mãe do Príncipe da Paz. Ao entrar no novo ano, pedimos a esta Mãe santa que nos abençoe. Peçamos-lhe que nos dê Jesus,  nossa Bênção plena, com que o Pai abençoou a história, de uma vez para  sempre, fazendo-a tornar-se história da salvação.
2.  Salve, Mãe Santa!  É sob o olhar materno de Maria que se coloca, hoje, o Dia Mundial da Paz. Refletimos sobre a paz num clima de constante preocupação por causa dos recentes acontecimentos dramáticos que abalaram o mundo. Mas, ainda que humanamente possa parecer difícil olhar o futuro com otimismo, não devemos ceder à tentação do desencorajamento. Pelo contrário, devemos trabalhar pela paz com coragem, certos de que o mal não prevalecerá. A luz e a esperança para este nosso empenho vêm-nos de Cristo. O Menino nascido em Belém é a palavra eterna do Pai feita carne para nossa salvação, é o "Deus conosco", que traz consigo o segredo da verdadeira paz. Ele é o Príncipe da Paz.
3. [...]  Justiça e perdão:  eis os dois pilares que eu quis pôr em evidência.  Entre justiça e perdão não há contraposição, mas complementaridade,  porque ambas são essenciais para a promoção da paz. Esta, de fato, muito mais que uma temporária cessação das hostilidades, é restabelecimento profundo das feridas que enfraquecem os ânimos (cf.  Mensagem, 3). Só o perdão pode extinguir a sede de vingança e abrir o  coração a uma reconciliação autêntica.
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4. Volvamos hoje o olhar para o Menino, que Maria estreita nos seus braços. Nele reconhecemos Aquele em quem se encontram a misericórdia e a verdade, e se beijam a justiça e a paz (cf.  Sl 84, 11). Adoremos nele o verdadeiro Messias, no qual Deus uniu, para nossa salvação, a verdade e a misericórdia, a justiça e o perdão. [...]
5. "Salve, Mãe Santa"! Virgem Filha de Sião, quanto deve sofrer por causa deste sangue o teu coração de Mãe! O Menino, que estreitas ao teu peito, traz um nome querido aos povos de religião bíblica:  "Jesus"  que significa "Deus salva". Assim o chamou o arcanjo antes de ser concebido no  teu seio (cf. Lc 2, 21). No rosto do Messias recém-nascido reconhecemos o rosto de cada um dos vossos filhos vilipendiados e explorados. Reconhecemos especialmente o rosto das crianças, seja qual for a raça, nação ou cultura a que pertençam. Por eles, ó Maria, pelo seu futuro, te pedimos que movas os corações endurecidos pelo ódio, para que se abram ao amor e a vingança ceda, finalmente, o passo ao perdão.
Obtende-nos, ó Mãe, que a verdade desta afirmação Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão -se imprima nos corações de todos. A família humana poderá obter, assim, aquela paz verdadeira, que brota do encontro entre  a justiça e a misericórdia.
Mãe santa, Mãe do Príncipe da paz, ajudai-nos!
Mãe da humanidade e Rainha da paz, rogai por nós!

(Papa João Paulo II. Homilia, 1° de Janeiro de 2002). Do livro: Reflexões para o Ano Litúrgico. Anos A, B e C.

domingo, 29 de dezembro de 2013

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sábado, 28 de dezembro de 2013

Padre Antonio Rivero acaba de lançar seu livro "A arte da pregação sagrada - como conseguir uma comunicação eficaz e atrativa", resultado de seus inúmeros artigos e experiência em oratória.

Neste livro ele explica didaticamente as características do pregador e da pregação, seus diversos tipos e técnicas.

Adquira no site da editora em promoção de lançamento.
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A Carta Encíclica Caritas in Veritate[1] do papa Bento XVI, publicada a 29 de junho de 2009, trata do desenvolvimento humano integral e coloca a verdade como indispensável à caridade, contra todo relativismo. O atual cenário de crise mundial e a necessidade de novas formas de relação teve muito peso na elaboração da carta. Pretendo, nesta resenha, de forma sintética e limitada, abordar o tema da verdade como essencial ao anúncio cristão.
“Defender a verdade, propô-la com humildade e convicção e testemunhá-la na vida são formas exigentes e imprescindíveis de caridade. Esta, de fato, « rejubila com a verdade » (1 Cor 13, 6)”[2]. O anúncio de Jesus Cristo, isto é, da Verdade (cf. Jo 14, 6), é caminho e força para o desenvolvimento humano integral.
Caridade (amor) sem verdade é carente de sentido e se torna sentimentalismo[3].
“No atual contexto social e cultural, em que aparece generalizada a tendência de relativizar a verdade, viver a caridade na verdade leva a compreender que a adesão aos valores do cristianismo é um elemento útil e mesmo indispensável para a construção duma boa sociedade e dum verdadeiro desenvolvimento humano integral”[4].
Aqui se está afirmando a validade universal e a indispensabilidade dos “valores do cristianismo”, não necessariamente a pertença ao cristianismo. Como a verdade é um dos eixos principais da carta, de modo nenhum o papa poderia negar – e não o fez – o caráter de verdade do cristianismo e a universalidade salvífica de Jesus Cristo[5].
A CARIDADE, MANIFESTAÇÃO DA VERDADE
“A verdade há-de ser procurada, encontrada e expressa na « economia » da caridade”[6]. Esta contribui para “acreditar a verdade, mostrando o seu poder de autenticação e persuasão na vida social concreta”[7]. A caridade é a prática da verdade.
Destinatários do amor (graça) de Deus (Trindade), “os homens são constituídos sujeitos de caridade, chamados a fazerem-se eles mesmos instrumentos da graça, para difundir a caridade de Deus e tecer redes de caridade”[8].
O mundo em crescente globalização e, ao mesmo tempo, tendente ao relativismo, corre o risco de que não faça corresponder a todos uma “ética das consciências e das inteligências”[9]. A caridade guiada pela verdade exige que haja “critérios orientadores da ação moral”[10], tais como são a justiça e o bem comum[11].
Na linha do Concílio Vaticano II e de Paulo VI na Populorum Progressio, Bento XVI reafirma que o serviço da caridade da Igreja “tende a promover o desenvolvimento integral do homem”, entendido quanto “à totalidade da pessoa em todas as suas dimensões”, sem que se exclua “a perspectiva duma vida eterna”[12].
A caridade é meio de evangelização. “O testemunho da caridade de Cristo através de obras de justiça, paz e desenvolvimento faz parte da evangelização”[13].
CENTRALIDADE DO HOMEM PARA O VERDADEIRO DESENVOLVIMENTO
O progresso tem um aspecto transcendente que é o da vocação: “cada homem é chamado a desenvolver-se”[14]. O caráter de verdade da caridade impõe que cada ação vise “promover todos os homens e o homem todo”[15], segundo “o ideal cristão de uma única família dos povos, solidária na fraternidade comum”[16]:
O Evangelho é elemento fundamental do desenvolvimento, porque lá Cristo, com « a própria revelação do mistério do Pai e do seu amor, revela o homem a si mesmo » (Gaudium et Spes, 22). Instruída pelo seu Senhor, a Igreja perscruta os sinais dos tempos e interpreta-os, oferecendo ao mundo « o que possui como próprio: uma visão global do homem e da humanidade » (Populorum Progressio, 13)”.
A negação do caráter transcendente reduz o homem “à categoria de meio para o desenvolvimento”. Como argumento a favor da transcendência pode-se aduzir que “as causas do subdesenvolvimento não são primariamente de ordem material”. São elas:
“Em primeiro lugar, na vontade, que muitas vezes descuida os deveres da solidariedade. Em segundo, no pensamento, que nem sempre sabe orientar convenientemente o querer; por isso, para a prossecução do desenvolvimento, servem « pensadores capazes de reflexão profunda, em busca de um humanismo novo, que permita ao homem moderno o encontro de si mesmo »”[17].
Servem de instrumentos ou meios (não como fins em si mesmos) para o desenvolvimento integral e o progresso do homem estruturas econômicas e instituições[18], o lucro sustentável orientado ao bem comum[19], os poderes públicos[20], o mercado[21], a empresa[22], a técnica[23].
“Tudo quanto existe sobre a terra deve ser ordenado em função do homem, como seu centro e seu termo: neste ponto existe um acordo quase geral entre crentes e não crentes”[24].
CONCLUSÃO
“O homem não é capaz de gerir sozinho o próprio progresso”[25] porque a verdade lhe é superior, é dom de Deus, assim como a caridade. A Igreja “tem uma missão ao serviço da verdade”[26] que é irrenunciável. “A verdade une os espíritos entre si e fá-los pensar em uníssono”[27], de modo que é preciso que haja uma busca comum da verdade.
É inerente ao cristão o anúncio inequívoco da verdade que é Cristo. Anúncio este feito com a caridade que tem sua fonte em Deus.
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Conheça o livro:


[1] BENTO XVI. Carta Encíclica Caritas in Veritate. Sobre o desenvolvimento humano integral na caridade e na verdade. Roma, 2009. Disponível em: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20090629_caritas-in-veritate_po.html. Acesso em 03 de setembro de 2009.
[2] Ibid., 1.
[3] Ibid., 3.
[4] Ibid., 4.
[5] Cf. CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Declaração Dominus Iesus. Sobre a unicidade e a universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja. Roma, 2000. Disponível em: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000806_dominus-iesus_po.html. Acesso em 03 de setembro de 2009.
[6] BENTO XVI. op. cit., 2
[7] Ibid., 2.
[8] Ibid., 5.
[9] Ibid., 9.
[10] Ibid., 6.
[11] Ibid., 6-7.
[12] Ibid., 11.
[13] Ibid., 13.
[14] Ibid., 16.
[15] PAULO VI, Carta encíclica Populorum progressio, 15 apud BENTO XVI. Op.cit., 18.
[16] Ibid., 13.
[17] Ibid., 19, citando PAULO VI, Op. cit., 20.
[18] Ibid., 17.
[19] Ibid., 21.
[20] Ibid., 24.
[21] Ibid., 35-39.
[22] Ibid., 40-41.
[23] Ibid., 68-77.
[24] CONCÍLIO ECUMÊNICO VATICANO II, Constituição pastoral sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 12. apud BENTO XVI, Op. cit., 57.
[25] BENTO XVI, Op. cit., 78.
[26] Ibid., 9.
[27] Ibid., 54.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Geralmente este debate se origina de uma posição falsa. A Igreja NÃO é a favor da pena de morte, como querem alguns, nem absolutamente CONTRA como querem outros. Com isso não quero dizer que a Igreja está em cima do muro. Não, a sua posição é clara, e bastante conhecida, como repetirei mais abaixo. A Igreja existe para salvar almas, o que a leva a agir na sociedade, aplicando seu juízo moral, segundo o direito natural e a doutrina revelada.

Matar sempre é um mal moral. Mas pode ser considerado mal menor em diversos casos. Por isso, está aberta a possibilidade de se admitir "em caso de extrema gravidade, a pena de morte". Observe então que "caso de extrema gravidade", "depois de esgotados todos os meios", são casos extraordinários que não podem ser regulados por nenhuma instância. Isto é, a sociedade não pode querer a pena de morte. Mas pode admitir que ocorra em certos casos não previstos, em caráter de urgência. A regulamentação ou defesa da pena de morte faz com que ela passe de extraordinária a ordinária, premeditada, prevista, querida.

Por isso o Catecismo, os Santos Doutores e os Papas deixam aberta a possibilidade de tal pena; porque sabem que se não houver outro recurso, é o último a ser usado. Na sociedade atual, não se pode prever um caso em que seria justo condenar alguém à morte. Por exemplo, um caso recente, Sadam Hussein. O criminoso já estava preso, por si não poderia fugir e ninguém mais estaria disposto a lutar por ou com ele. A Igreja foi pronunciou-se (através da Sala de Imprensa, que não fala em nome do Magistério, mas do Papa) contra a execução (e não houve retratação deste pronunciamento, como era de se esperar, se estivesse equivocado). Outros casos, como Bin Laden e Gaddafi, aparentemente mortos durante operação de captura, a Igreja não se pronunciou contra a morte dos mesmos, a não ser pela utilização das imagens como espetáculo de morte, vingança e violência.

Na perspectiva dos Santos, vale lembrar que mais vale a vida eterna que a vida mortal. E que o pecador pode, por meios só conhecidos e oferecidos pela Divina Misericórdia, se salvar mesmo no seu último instante, sendo-lhe oferecida a oportunidade de purificação póstuma. Matar um corpo não mata a alma.

Por isso, não é o pior dos males. Neste debate, vê-se que a emotividade ou os interesses políticos substituem a verdadeira consciência. A questão está muito facilmente fechada pelo Magistério da Igreja, e não cabe ao fiel cristão fazer militância pró ou contra.

Para terminar deixo as palavras do Magistério, que não necessitam muito esforço de interpretação:

Catecismo da Igreja Católica: "2263. A defesa legítima das pessoas e das sociedades não é uma excepção à proibição de matar o inocente que constitui o homicídio voluntário. «Do acto de defesa pode seguir-se um duplo efeito: um, a conservação da própria vida; outro, a morte do agressor» (39). «Nada impede que um acto possa ter dois efeitos, dos quais só um esteja na intenção, estando o outro para além da intenção» (40).

2264. O amor para consigo mesmo permanece um princípio fundamental de moralidade. E, portanto, legítimo fazer respeitar o seu próprio direito à vida. Quem defende a sua vida não é réu de homicídio, mesmo que se veja constrangido a desferir sobre o agressor um golpe mortal: «Se, para nos defendermos, usarmos duma violência maior do que a necessária, isso será ilícito. Mas se repelirmos a violência com moderação, isso será lícito [...]. E não é necessário à salvação que se deixe de praticar tal acto de defesa moderada para evitar a morte do outro: porque se está mais obrigado a velar pela própria vida do que pela alheia» (41).

2265. A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem. Defender o bem comum implica colocar o agressor injusto na impossibilidade de fazer mal. É por esta razão que os detentores legítimos da autoridade têm o direito de recorrer mesmo às armas para repelir os agressores da comunidade civil confiada à sua responsabilidade.

2266. O esforço do Estado em reprimir a difusão de comportamentos que lesam os direitos humanos e as regras fundamentais da convivência civil, corresponde a uma exigência de preservar o bem comum. É direito e dever da autoridade pública legítima infligir penas proporcionadas à gravidade do delito. A pena tem como primeiro objectivo reparar a desordem introduzida pela culpa. Quando esta pena é voluntariamente aceite pelo culpado, adquire valor de expiação. A pena tem ainda como objectivo, para além da defesa da ordem pública e da protecção da segurança das pessoas, uma finalidade medicinal, posto que deve, na medida do possível, contribuir para a emenda do culpado.


Curso online: Catecismo da Igreja Católica em exame
2267. A doutrina tradicional da Igreja, desde que não haja a mínima dúvida acerca da identidade e da responsabilidade do culpado, não exclui o recurso à pena de morte, se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor. Contudo, se processos não sangrentos bastarem para defender e proteger do agressor a segurança das pessoas, a autoridade deve servir-se somente desses processos, porquanto correspondem melhor às condições concretas do bem comum e são mais consentâneos com a dignidade da pessoa humana. Na verdade, nos nossos dias, devido às possibilidades de que dispõem os Estados para reprimir eficazmente o crime, tornando inofensivo quem o comete, sem com isso lhe retirar definitivamente a possibilidade de se redimir, os casos em que se torna absolutamente necessário suprimir o réu «são já muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes» (42)."

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O Teólogo responde Respostas católicas a dúvidas e objeções dos homens do terceiro milênio

Curso online: Catecismo da Igreja Católica em exame

domingo, 15 de dezembro de 2013

Sexo seguro: case-se e seja fiel ao seu cônjuge.
AIDS se previne com comportamento, não com instrumentos.

(facebook.com/cursoscatolicos)

Nossos livros sobre Família:

sábado, 14 de dezembro de 2013

Ocorre no mundo uma grande perseguição pouco noticiada aos cristãos, principalmente em países islâmicos. Alguém poderia dizer, porém, que os perseguidos não são os cristãos, mas todos que não seguem o islã.
Isso é falso, na medida que quem pensa assim quer diminuir o fato de que são os cristãos os mais perseguidos.
A perseguição geralmente não é ao credo cristão em si, mas aos princípios cristãos, principalmente quando parte do Estado. Porque o cristianismo defende a liberdade, inclusive a religiosa, a democracia, a moralidade e também a independência do estado quanto às religiões. A perseguição geralmente é do próprio estado. Existem, é fato, grupos fanáticos que perseguem os "infiéis", mas geralmente são apoiados ou acobertados pelos estados.
Ou seja, a Igreja é a favor do estado laico, que é diferente, porém, de laicismo ou ateísmo. A Coreia do Norte é o país mais intolerante com o cristianismo, sendo um estado ateu comunista, porém de maioria budista e taoísta.(http://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/perfil/)

Na China, segundo a comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos , pelo menos 40 bispos católicos estariam presos ou desaparecidos. Lá são permitidas religiões desde que controladas pelo Estado comunista. No mundo 7 em 10 perseguidos por causa da religião são cristãos (Dados de 2011: http://www.istoe.com.br/reportagens/168132_CRISTAOS+PERSEGUIDOS)
Não se trata, então, de perseguição islâmica, apesar de ser grande maioria. A perseguição aos cristãos é uma perseguição a Deus, sem falar na tentativa de minar as bases da civilização ocidental: a razão grega, o direito romano e a moral judaico-cristã. 
Foi na base da convicção sobre a existência de um Deus criador que se desenvolveram a ideia dos direitos humanos, a ideia da igualdade de todos os homens perante a lei, o conhecimento da inviolabilidade da dignidade humana em cada pessoa e a consciência da responsabilidade dos homens pelo seu agir. Estes conhecimentos da razão constituem a nossa memória cultural. Ignorá-la ou considerá-la como mero passado seria uma amputação da nossa cultura no seu todo e privá-la-ia da sua integralidade. A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma [...] (http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2011/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20110922_reichstag-berlin_po.html)

Essa tentativa é orquestrada por grupos globalistas, que aceitam ajuda de todos os lados: islã, multinacionais, partidos políticos (todos de esquerda), ONGs, "direitos humanos", ecologistas, mídia, e quem quer que se aproveite, mesmo por um momento, da destruição de Deus e da imbecilização humana.
[...] numa busca desesperada por peças de reposição para o nous e o logos [...], os “filósofos” foram “resvalando hierarquia abaixo” da estrutura do ser.
Partiram de Deus (concepção clássica e cristã) e aterrissaram de cabeça nos fluidos dos impulsos biológicos (psicologia do inconsciente de Freud), passando pela guilhotina da razão (iluministas),se embrulhando na inteligência pragmática, abraçando a utilidade (John Stuart Mill e utilitaristas), sendo esmagados pelas forças de produção (Karl Marx) e pelos determinismos raciais (Gobineau).
[...] Perdida a experiência da realidade divina, do fundamento do ser, os indivíduos e as sociedades tornam-se incapaz de orientar corretamente sua atuação no mundo, tornando-se, assim, estúpidos, imbecis.(http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13756-imbecis-sem-deus.html)

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As Verdades roubadas
As Verdades roubadas - um livro sobre o relativismo filosófico, moral e religioso, e como combatê-lo.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Assista a aula:
A desordem está nos atos de homossexualidade e a orientação deve partir desse pressuposto. Vejo que um grande problema está nos conceitos deturpados pelas ideologias de moda; um deles é o conceito de sexualidade.

Só há dois sexos: masculino e feminino, ninguém poderá negar. E a sexualidade é a maneira de viver esta condição natural.
A sexualidade depende da escolha livre do estado de vida. Quanto à sexualidade, só pode haver duas escolhas: o estado de solteiro ou de casado.

Acontece que o estado matrimonial envolve uma segunda pessoa e uma sociedade inteira, na medida que gera deveres. Então, não existe, para ninguém, um direito ao casamento. Há condições, há impedimentos.

A liberdade da pessoa para a sexualidade é que saiba reconhecer o estado de vida a que está preparada, para melhor servir à família, à comunidade, para se dedicar ao trabalho e ao próximo.

É escravidão se deixar guiar por instintos sexuais, por prazeres venérios. Isso é desordenado, é bestialidade, e vale para homo e heterossexuais.

Há um projeto mundial de destruição da família e dos valores perenes, e para esse fim perverso estão sendo usados os homossexuais, os movimentos feministas, as pessoas da saúde, os educadores e muitos incautos dentro da própria Igreja. Devemos estar preparados doutrinal e espiritualmente para não ceder a essas pressões diabólicas.

Recomendo a leitura das reflexões da Igreja sobre o tema:

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19861001_homosexual-persons_po.html

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19920724_homosexual-persons_po.html

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20030731_homosexual-unions_po.html

Nossos livros sobre Família:
 O Sacramento do Matrimônio: sinal da união entre Cristo e a Igreja - FRETE GRÁTIS
O Sacramento do Matrimônio: sinal da união entre Cristo e a Igreja 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Veja a lista completa aqui

Um filho em defesa da Mãe: o que um ex-pastor protestante descobriu sobre a Virgem Maria na Bíblia (Defesa Bíblica... por Paulo Leitão (2 Dez 2013) - eBook Kindle

Doutrina Eucarística por Dom Antônio Affonso de Miranda (2 Dez 2013) - eBook Kindle

A arte da Pregação Sagrada: Como conseguir uma comunicação eficaz e atrativa por Padre Antonio Rivero LC e Thácio Lincon Soares de Siqueira (3 Dez 2013) - eBook Kindle

O Sacramento do Matrimônio: sinal da união entre Cristo e a Igreja por Márcio Carvalho (12 Out 2013) - eBook Kindle



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

"Um filho em defesa da Mãe - o que um pastor protestante descobriu sobre a Virgem Maria na Bíblia" de Paulo Leitão.

Disponível em E-book Kindle: http://www.amazon.com.br/dp/B00H2AQYDI

Em livro impresso: www.martyria.com.br

Nossos outros títulos em ebook na Amazon: http://goo.gl/5eR17l
O autor, Paulo Leitão, de Natal/RN, é ex-pastor protestante convertido ao catolicismo; hoje é pregador conhecido no Nordeste e nas redes sociais.
O livro é o primeiro de uma série apologética de Defesa Bíblica, no qual, através das citações bíblicas, analisa os principais pontos da fé católica. Neste livro, em
10 capítulos (com uma imagem colorida cada) analisa o papel de Maria e a devoção mariana nas Sagradas Escrituras, fazendo importantes relações entre os
diversos textos.

Sumário:

Prefácio (Monsenhor Lucilo)
Introdução (testemunho do autor)
1 NOVA EVA
2 MARIA É A ARCA DA NOVA E ETERNA ALIANÇA
3 MARIA, A REPRESENTAÇÃO DA FIDELIDADE DE ISRAEL
4 A ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA E AS SUAS APARIÇÕES
5 MARIA, CORREDENTORA
6 A RAINHA DA GLÓRIA ESTÁ AO LADO DE CRISTO
7 MARIA, MÃE DE DEUS E DOS CRISTÃOS
8 MARIA SEMPRE VIRGEM E SEM PECADO
9 MARIA: “A SEMPRE CHEIA DE GRAÇA”
10 INVOCAR NOSSA SENHORA SEGUNDO AS ESCRITURAS


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ALERTA DE MANOBRA - COMPARTILHE ENQUANTO HÁ TEMPO
(informações de Julio Severo e Pe. Paulo Ricardo)



O PLC 122, sob o disfarce de combater a “homofobia,” introduz os conceitos de gênero e orientação sexual na legislação brasileira (tratamos do assunto nestes vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=-u4k6Olt8BQ e http://www.youtube.com/watch?v=hkYGcTTveiE), será novamente votado nesta próxima quarta-feira, dia 11 de dezembro de 2013, às 8h30min da manhã, na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal em Brasília.

Na mesma tarde de quarta-feira, será votado, no Plenário do Senado o PLC 103-2012, ou Plano Nacional da Educação, que estabelece:

ART. 2º SÃO DIRETRIZES DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO:

III - A SUPERAÇÃO DAS DESIGUALDADES EDUCACIONAIS, COM ÊNFASE NA PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL, REGIONAL, DE GÊNERO E DE ORIENTAÇÃO SEXUAL;

ELES NÃO DESCANSAM, quando há interesses. Se um projeto não passar, que passe o outro. Os parlamentares "esperam que a votação seja tranquila, mas se não for assim, o projeto será votado uma, duas, dez vezes, até que no final o Plano Nacional de Educação seja aprovado".

GÊNERO é uma construção ideológica para sustentar uma variedade flexível de "sexualidades" inventadas.

Se o Senado aprovar nesta este Substitutivo para o Plano Nacional da Educação, todos os alunos serão obrigados a aprender nas escolas a ideologia de gênero, que apresenta como sexualidade toda a abundância de opções fora dos padrões relacionados com a construção de uma família tradicional.

ELES ESTÃO DESESPERADOS para aprovar a ideologia de gênero.
O que fazer?

[A] para o PLC 122, a ser votado quarta-feira, dia 11 de manhã:
Pedir apenas à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa: o arquivamento do PLC 122

[B] Para o PLC 103, Plano Nacional da Educação, a ser votado quarta-feira, dia 11 à tarde:
Pedir a todo o senado: a rejeição do substitutivo do senador Vital do Rêgo e da inclusão da igualdade de gênero como diretriz do Plano Nacional de Educação.

Mande hoje mesmo um email ao seu senador. Telefone para ele.
Divulgue esta mensagem enquanto há tempo.
E-mails de todos os senadores

acir@senador.leg.br; aecio.neves@senador.leg.br; alfredo.nascimento@senador.leg.br; aloysionunes.ferreira@senador.leg.br; alvarodias@senador.leg.br; ana.amelia@senadora.leg.br; ana.rita@senadora.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br; anibal.diniz@senador.leg.br; antonio.rodrigues@senador.leg.br; antoniocarlosvaladares@senador.leg.br; armando.monteiro@senador.leg.br; benedito.lira@senador.leg.br; blairomaggi@senador.leg.br; casildomaldaner@senador.leg.br; cassio@senador.leg.br; cicero.lucena@senador.leg.br; ciro.nogueira@senador.leg.br; clesio.andrade@senador.leg.br; cristovam@senador.leg.br; cyro.miranda@senador.leg.br; delcidio.amaral@senador.leg.br; eduardo.amorim@senador.leg.br; eduardo.braga@senador.leg.br; eduardo.lopes@senador.leg.br; eduardo.suplicy@senador.leg.br; ecafeteira@senador.leg.br; eunicio.oliveira@senador.leg.br; fernando.collor@senador.leg.br; flexaribeiro@senador.leg.br; francisco.dornelles@senador.leg.br; garibaldi@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br; humberto.costa@senador.leg.br; inacioarruda@senador.leg.br; ivo.cassol@senador.leg.br;

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Telefones e faxes das lideranças de todo o senado

SENADOR RENAN CALHEIROS (PMDB-AL)
(61) 3303-2261 / 2263
(61) 3303-1695 renan.calheiros@senador.leg.br

SENADOR ALVARO DIAS (PSDB-PR)
(61) 3303-4059 / 4060
(61) 3303-2941
alvarodias@senador.leg.br

SENADOR GIM ARGELLO (PTB-DF)
(61) 3303-1161 / 1547
(61) 3303-1650
gim.argello@senador.leg.br

SENADOR ALOYSIO NUNES FERREIRA(PSDB-SP)
(61) 3303-6063/6064
(61) 3303-6071
aloysionunes.ferreira@senador.leg.br

SENADOR EDUARDO BRAGA (PMDB-AM)
(61) 3303-6230
(61) 3303-6233
eduardo.braga@senador.leg.br

SENADOR JOSÉ PIMENTEL (PT-CE)
(61) 3303-6390 / 6391
(61) 3303-6394
gab.josepimentel@senado.leg.br

SENADOR WELLINGTON DIAS (PT-PI)
(61) 3303-9049 / 9050 / 9053
(61) 3303-9048
wellington.dias@senador.leg.br

SENADOR JOSÉ AGRIPINO (DEM-RN)
(61) 3303-2361 a 2366
(61) 3303-1816 / 1641
jose.agripino@senador.leg.br

SENADOR RODRIGO ROLLEMBERG (PSB-DF)
(61) 3303-6640
(61) 3303-6647
rollemberg@senador.leg.br

SENADOR VITAL DO RÊGO (PMDB-PB)
(61) 3303-6747
(61) 3303-6753
vital.rego@senador.leg.br

SENADOR INÁCIO ARRUDA (PC DO B-CE)
(61) 3303-5791 / 5793
(61) 3303-5798
inacioarruda@senador.leg.br
E-mails dos senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

eduardo.lopes@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br; capi@senador.leg.br; joaodurval@senador.leg.br; j.v.claudino@senador.leg.br; lidice.mata@senadora.leg.br; magnomalta@senador.leg.br; osvaldo.sobrinho@senador.leg.br; paulodavim@senador.leg.br; paulopaim@senador.leg.br; ricardoferraco@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br; sergiopetecao@senador.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br; wilder.morais@senador.leg.br;
Telefones e faxes da Comissão de Direitos Humanos

SENADOR EDUARDO LOPES (PRB-RJ)
(61) 3303-5730 / 2211
eduardo.lopes@senador.leg.br

SENADOR GIM ARGELO (PTB-DF)
(61) 3303-1161 / 1547 / 1650
gim.argello@senador.leg.br

SENADOR JOÃO CAPIBERIBE (PSB-AP)
(61) 3303-9011 / 9014 / 9019
capi@senador.leg.br

SENADOR JOÃO DURVAL (PDT-BA)
(61) 3303-3173 / 2862
joaodurval@senador.leg.br

SENADOR JOÃO VICENTE CLAUDINO (PTB-PI)
(61) 3303-2415 / 4847 / 3055 / 2967
j.v.claudino@senador.leg.br

SENADORA LÍDICE DA MATA (PSB-BA)
(61) 3303-6408 / 6417 / 6414
lidice.mata@senadora.leg.br

SENADOR MAGNO MALTA (PR-ES)
(61) 3303-4161 / 5867 / 1656
magnomalta@senador.leg.br

SENADOR OSVALDO SOBRINHO (PTB-MT)
(61) 3303-1146 / 1148 / 4061 / 2973
osvaldo.sobrinho@senador.leg.br

SENADOR PAULO DAVIM (PV-RN)
(61) 3303-2371 / 2372 / 2377 / 1813
paulodavim@senador.leg.br

SENADOR PAULO PAIM (PT-RS)
(61) 3303-5227 / 5232 / 5235
paulopaim@senador.leg.br

SENADOR RICARDO FERRAÇO (PMDB-ES)
(61) 3303-6590 / 6592
ricardoferraco@senador.leg.br

SENADOR ROBERTO REQUIÃO (PMDB-PR)
(61) 3303-6623 / 6624 / 6628
roberto.requiao@senador.leg.br

SENADOR SÉRGIO PETECÃO (PSD-AC)
(61) 3303-6706 a 6714
sergiopetecao@senador.leg.br

SENADOR SÉRGIO SOUZA (PMDB-PR)
(61) 3303-6271 / 6261 / 6273
sergiosouza@senado.leg.br

SENADOR WILDER MORAIS (DEM-GO)
(61) 3303-2092 a 2099 / 2964
wilder.morais@senador.leg.br

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Divulgada em 26 de novembro de 2013 a primeira Exortação Apostólica do Papa Francisco: Evangelii Gaudium, sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual.

Este sim é um documento do Magistério ordinário de um Sumo Pontífice, e, sendo a primeira Exortação do Papa Francisco, é onde encontraremos o melhor de seu pensamento enquanto Papa e que dará as diretrizes de seu pontificado (a encíclica Lumen Fidei, como ele mesmo confirmou, foi escrita na sua quase totalidade pelo seu predecessor, Bento XVI).

Aqui neste link poderá encontrar o texto integral em português, formatado em pdf para impressão.

Segundo o próprio documento, os pontos mais importantes são:

a) A reforma da Igreja em saída missionária.
b) As tentações dos agentes pastorais.
c) A Igreja vista como a totalidade do povo de Deus que evangeliza.
d) A homilia e a sua preparação.
e) A inclusão social dos pobres.
f) A paz e o diálogo social.
g) As motivações espirituais para o compromisso missionário.
 

Segue o esquema do documento, retirado do sumário:

I. Alegria que se renova e comunica [2-8]
II. A doce e reconfortante alegria de evangelizar [9-10]
Uma eterna novidade [11-13]
III. A nova evangelização para a transmissão da fé [14-15]
A proposta desta Exortação e seus contornos [16-18]
Capítulo I
A TRANSFORMAÇÃO MISSIONÁRIA DA IGREJA
I. Uma Igreja «em saída» [20-23]
«Primeirear», envolver-se, acompanhar, frutificar e festejar [24]
II. Pastoral em conversão [25-26]
Uma renovação eclesial inadiável [27-33]
III. A partir do coração do Evangelho [34-39]
IV. A missão que se encarna nas limitações humanas [40-45]
V. Uma mãe de coração aberto [46-49]
Capítulo II
NA CRISE DO COMPROMISSO COMUNITÁRIO
I. Alguns desafios do mundo actual [52]
Não a uma economia da exclusão [53-54]
Não à nova idolatria do dinheiro [55-56]
Não a um dinheiro que governa em vez de servir [57-58]
Não à desigualdade social que gera violência [59-60]
Alguns desafios culturais [61-67]
Desafios da inculturação da fé [68-70]
Desafios das culturas urbanas [71-75]
II. Tentações dos agentes pastorais [76-77]
Sim ao desafio duma espiritualidade missionária [78-80]
Não à acédia egoísta [81-83]
Não ao pessimismo estéril [84-86]
Sim às relações novas geradas por Jesus Cristo [87-92]
Não ao mundanismo espiritual [93-97]
Não à guerra entre nós [98-101]
Outros desafios eclesiais [102-109]
Capítulo III
O ANÚNCIO DO EVANGELHO
I. Todo o povo de Deus anuncia o Evangelho [111]
Um povo para todos [112-114]
Um povo com muitos rostos [115-118]
Todos somos discípulos missionários [119-121]
A força evangelizadora da piedade popular [122-126]
De pessoa a pessoa [127-129]
Carismas ao serviço da comunhão evangelizadora [130-131]
Cultura, pensamento e educação [132-134]
II. A homilia [135-136]
O contexto litúrgico [137-138]
A conversa da mãe [139-141]
Palavras que abrasam os corações [142-144]
III. A preparação da pregação [145]
O culto da verdade [146-148]
A personalização da Palavra [149-151]
A leitura espiritual [152-153]
À escuta do povo [154-155]
Recursos pedagógicos [156-159]
IV. Uma evangelização para o aprofundamento do querigma [160-162]
Uma catequese querigmática e mistagógica [163-168]
O acompanhamento pessoal dos processos de crescimento [169-173]
Ao redor da Palavra de Deus [174-175]
Capítulo IV
A DIMENSÃO SOCIAL DA EVANGELIZAÇÃO
I. As repercussões comunitárias e sociais do querigma [177]
Confissão da fé e compromisso social [178-179]
O Reino que nos solicita [180-181]
A doutrina da Igreja sobre as questões sociais [182-185]
II. A inclusão social dos pobres [186]
Unidos a Deus, ouvimos um clamor [187-192]
Fidelidade ao Evangelho, para não correr em vão [193-196]
O lugar privilegiado dos pobres no povo de Deus [197-201]
Economia e distribuição das entradas [202-208]
Cuidar da fragilidade [209-216]
III. O bem comum e a paz social [217-221]
O tempo é superior ao espaço [222-225]
A unidade prevalece sobre o conflito [226-230]
A realidade é mais importante do que a ideia [231-233]
O todo é superior à parte [234-237]
IV. O diálogo social como contribuição para a paz [238-241]
O diálogo entre a fé, a razão e as ciências [242-243]
O diálogo ecuménico [244-246]
As relações com o Judaísmo [247-249]
O diálogo inter-religioso [250-254]
O diálogo social num contexto de liberdade religiosa [255-258]
Capítulo V
EVANGELIZADORES COM ESPÍRITO
I. Motivações para um renovado impulso missionário [262-263]
O encontro pessoal com o amor de Jesus que nos salva [264-267]
O prazer espiritual de ser povo [268-274]
A acção misteriosa do Ressuscitado e do seu Espírito [275-280]
A força missionária da intercessão [281-283]
II. Maria, a Mãe da evangelização [284]
O dom de Jesus ao seu povo [285-286]
A Estrela da nova evangelização [287-288]


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